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🌱 | BÓNUS NÚMERO DOIS ⇨ Os homens…
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✖️ | “É no coletivo que a verdadeira natureza humana se revela…” Há milhares de anos, os homens protegiam as suas mulheres, filhos e pais dos animais selvagens. Hoje, à maioria já pouco ou nada importa. Para o homem moderno, proteger mulheres, crianças e pais já não é uma garantia. De contrário, como se explica que todos os homens veem os atuais movimentos militares – e fingem estar demasiado ocupados para realmente os perceber? Não foi a mesma dinâmica há cem anos? Com exceção dos fabricantes de automóveis que então produziam armas – e que hoje recomeçam? | Há milhares de anos, os homens estavam vigilantes. Hoje preferem beber álcool (“recomenda-se um copo por dia”), sentar-se em frente à televisão, com o telemóvel na mão, colados às notícias, a falar do que fariam se a guerra estalasse… | Não seria mais inteligente assegurar que isso nunca venha a acontecer? Como é que se protege a mãe e a família ao mesmo tempo? Antes, estavam despertos e analisavam cada som. Hoje, toda a informação é simplesmente engolida – já não há análise. | Fala-se em agir no futuro, em vez de se agir imediatamente. Bom para quem fabrica as armas, não é?
✖️ | Os homens que nos lideram são espertos. Como é que se reúnem para falar de paz – e mal cada um regressa ao seu país, a produção de armas aumenta quase para o dobro? Porquê? O que é que se terão dito uns aos outros nessas negociações? Tudo menos paz, suponho eu. | Há cem anos foi a mesma coisa, e nós sabemos o final. Esse final já o vimos quatro vezes. Na altura, não puderam ser travados. Quem os deve travar desta vez? As mulheres ou os homens? | É apenas uma pergunta. Porque, ao que parece, serão as mulheres a fazê-lo, já que os homens gostam demasiado da sua cerveja e do seu dinheiro para arranjarem tempo para agir ativamente. No entanto, como será o futuro com todas essas armas – eles sabem-no desde muito antes de nascerem. Poder-se-ia ler tudo nos arquivos ou nas Declarações Conjuntas, Comunicados, Protocolos ou Memorandos. | Mas não o farão. Contudo, especular e discutir o quão certas estão as suas suposições – isso, fazem-no. Onde se sentam dois homens, o futuro é adivinhado…
✖️ | Os homens consideram-se especialmente inteligentes – sobretudo os que nos lideram. Consideram-se os mais sábios e acham que os outros são idiotas. Por exemplo, produzem armas ou até mandam fabricantes de automóveis produzi-las, e argumentam: “É apenas para dissuadir”, “Nunca as usaremos…” – é esse o raciocínio. E, no terreno, descobre-se que se preparam para lançar o primeiro ataque à Rússia, a partir da Europa, muito provavelmente da Alemanha. Mas pensam que todos os outros são cegos, que ninguém dará por isso. Todos estão ocupados com a sua cerveja. E todos acreditam naquilo a que chamam “a verdade absoluta” – o seu slogan televisivo.
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| ① Chegámos ao fim. |⇨ Tenho uma mensagem para os homens.
| ② … e para vós, homens: até quando ireis resolver as vossas diferenças com violência? Com armas, com guerra? Haverá sempre diferenças na Terra. Significa isso que também haverá sempre violência? Significa isso que nunca teremos paz na Terra até que o último de nós mate o penúltimo? E depois? | ⇨ Mesmo na época em que havia apenas um homem e uma mulher na Terra, já havia diferenças. Acreditais que isso alguma vez irá parar? Se eles tivessem resolvido as suas diferenças com armas, estaríamos todos aqui hoje?
| ③ Se as armas têm de existir necessariamente, como sempre argumentais – isso significa que nunca haverá paz? E de acordo com o vosso pensamento, “…enquanto puderem existir diferenças, isso por si só justifica a fabricação de armas.” Óóótimo! E como não temos suficientes em comparação com o número de pessoas, deve-se fabricar cada vez mais. De preferência suficientes hoje, para ter suficientes no futuro. Exceleeente!
| ④ Então expliquem a uma criança de seis anos como é o fim com a vossa estratégia – partindo do conhecimento de que sempre haverá desentendimentos. E isso começa logo que duas pessoas estão na mesma sala. Por favor, expliquem a uma criança como será o dia em que direis: “Temos agora armas suficientes.” Caso contrário, há o perigo de que, sem um objetivo claro à vista, um dia cada pessoa ande com uma arma, tal como hoje cada um anda com um smartphone. E depois? Seria esse o fim?
| ⑤ Ou só deverá terminar quando cada pessoa tiver em casa os três tipos: uma arma biológica, uma química e uma nuclear? Só então cessará a fabricação de armas? “Ganha-se dinheiro com isso” ou “É a única coisa com que ainda se pode ganhar dinheiro hoje.” Quando é que deixaremos de querer ganhar dinheiro? Podeis responder a essa pergunta?
| ⑥ Agora alistais-vos nos exércitos. Fantááástico! O vosso país precisa de vós. Fantááástico! Estais entusiasticamente a aprender a usar todas essas armas. Ótimo! “Não matarás”, assim está escrito. Mas agora sentis-vos obrigados a aprender a matar. Agora estais prontos para matar. | ⇨ Será porque acontece dentro de um quadro legal? Isso torna tudo menos grave? Agora estais entusiasticamente a aprender a matar as mães dos outros – para que os outros sofram mesmo. Bem pensado!!! Quem há de proteger a vossa própria mãe enquanto estais ocupados a matar outras mães? Porque não entendeis que não tem sentido? Simplesmente uma coisa sem sentido, organizada e executada por pessoas sem sentido.
| ⑦ Se quisermos julgar apenas pelo que vemos, é claro: nenhuma guerra passada, não importa quantas pessoas morreram nela, levou a que os humanos deixassem de ter desentendimentos. Ainda os temos. E eles levam, no final, novamente à guerra. Isso significa que as armas não tiveram qualquer efeito durante dez mil anos. E se não tiveram efeito e as coisas continuam como se tivessem mostrado grande efeito, então façam algo quanto a isso.
| ⑧ Içai uma bandeira branca e distanciai-vos de tal pensamento sem sentido. Protegei os fracos, como é devido. Não magoeis as mães, as irmãs dos outros. E partilhai esta mensagem com todos. Começa uma nova era connosco. E todos devem entendê-la. E àqueles que não entenderem, nós explicar-lhes-emos.
| ⑨ As armas são inúteis. Não nos ensinaram absolutamente nada de novo a nós, humanos na Terra. São o resultado de uma fantasia sem sentido, organizada e executada por pessoas sem sentido que já não viam qualquer sentido nas suas próprias vidas. E porque não encontraram sentido para as suas vidas, também não queriam que outros, que encontraram sentido para as suas vidas, vivessem uma vida feliz. | ⇨ E foram os homens. | Agora para as mulheres ⇨ ⇨

✖️ | Recomendamos a leitura do livro. | Não porque nós o escrevemos, não, não. |⇨ Mas porque, agora, seria sensato ser esperto como uma raposa e dócil como uma lebre. | Você me entende.
✖️ | No início, os reis não queriam que os camponeses aprendessem a ler. Até perceberem: mesmo que lhes ensinem, eles mesmo assim não lerão. ⇨ E assim a sua posição foi assegurada. Hoje é completamente diferente. Eu sei…
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